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Livros

Nova Imagem (1)

 

Nova Imagem

 

 

 Nova Imagem (2)  No limite da palavra: percursos pela poesia italiana, Patricia Peterle fala sobre cinco dos maiores nomes da poesia italiana nos últimos cem anos: Giuseppe Ungaretti, Eugenio Montale, Vittorio Sereni, Giorgio Caproni e Enrico Testa. A obra é irresistível para qualquer um que se interesse pelo tema – especialmente aqueles que conhecem um pouco das relaçoes entre Ungaretti e Montale –, e oferece ao leitor, além de um um rico panorama histórico, um repertório extraordinário de poemas. Segundo a autora, o livro “propõe um percurso por certa poesia italiana do século XX, com uma pequena incursão no XXI, que pode tocar pontos que vão além das fronteiras culturais italianas. Uma poesia-pensamento, que interroga e desconstrói o real, o toca pelo avesso e pelo reverso.”
Nova Imagem (3)
A relação entre texto e imagem e a questão das coleções e arquivos estão centro do debate impulsionado pelo coletânea de textos Coleções literárias. Organizada por Patricia Peterle, Andrea Santurbano e Maria Aparecida Barbosa, a obra reúne um conjunto de artigos que, com clareza, densidade e precisão, abordam temas como movimentos e translações nas artes; tradução e sobrevida das imagens; imagens poéticas; acervos, dispositivos e memória; sobrevivência de arquivos e coleções.
Nova Imagem (4)  

Fluxos literários: ética e estética reúne em um único volume artigos de pesquisadores nacionais e internacionais para tentar responder a uma das principais questões da crítica e da teoria literária nos dias de hoje: como se deve ler um texto literário? Em uma época em que os gêneros estão mais fluidos e as fronteiras entre realidade e ficção estão diluídas, as categorias tradicionais de autor, estilo e obra ainda são válidas?Se a arte é vida e a vída é política, estes Fluxos partem do pressuposto de que a literatura, como forma de ocupar um espaço e estar no mundo, também faz parte essencial da esfera do político. Por meio da análise dos textos de autores como Primo Levi, Tabucchi, Beckett, Bolaño e da teoria de autores como Blanchot e Agambem, os artigos estabelecem novos modos de ler e de interagir – relacionando de forma indissociável política e literatura, ética e estética. E revelam, nesse percurso interdisciplinar feito página a página, os rastros e vestígios que marcam nosso

Nova Imagem (5)  

Essa coletânea de ensaios redigidos pela professora Patricia Peterle, investigadora da obra siloniana, lançam luz sobre uma das figuras mais interessantes desse período conturbado que foi a primeira metade do Novecento europeu e italiano, e o faz com a delicadeza e o cuidado de quem sabe que, em tempos de exceção, nenhuma aparência é, por si só, prova irrevogável de um pensar e de um agir consoantes com determinada ideologia ou intenção política. Como a própria Peterle observa, à página 29, “num determinado momento da história, por questões alheias a uma vontade pessoal e impulsionadas por motivações políticas e sociais, muitos indivíduos se viram obrigados a trocar de nome para poder se preservarem, seja por um motivo de cunho mais intimista ou existencial seja por fatores externos”.

Nova Imagem (6)  

Publicados originalmente no encarte “Mosaico Italiano”, da revista “Comunità Italiana”, os trabalhos aqui apresentados, mais do que alguns dos frutos da pesquisa financiada pelo CNPq, “Literatura italiana traduzida no Brasil: 1900-1950”, são caminhos de pesquisa e abrem novas perspectivas para o estudo das relações, não apenas literárias, entre o Brasil e a Itália.Inseridos no processo de levantamento de dados da pesquisa, mostraram-se bastante úteis para a reflexão do que é a arte de traduzir e transmitir a outros povos, outras línguas, a cultura italiana e como esta influenciou e, em alguns momentos, direcionou nossa literatura.

Sua primeira publicação em “Mosaico” e sua reunião agora em livro nos auxilia a vislumbrar o imenso, rico e inesgotável mosaico que se forma há mais de um século pela intersecção cultural dos dois países.

O leitor poderá acompanhar por meio dos ensaios o desenvolvimento do trabalho, suas bases e pressupostos teóricos e os resultados que levaram à formação do Dicionário de Literatura Italiana Traduzida no Brasil 1900-1950 e deverá ser estendido proximamente até os dias de

 Nova Imagem (7)  

Guido Morselli: eu, o mal e a imensidão sai em edição bilíngue para participar, por um lado, de um debate sobre um autor que na Itália começa a ver reconhecido seu espaço no panorama literário do século XX, por outro, para divulgar a obra de um escritor ainda pouco conhecido no Brasil. É fruto da colaboração heterogênea, espera-se complementar, não necessariamente convergente, de três docentes de literatura italiana que atuam em latitudes diferentes: heterogênea, porque são diversas as abordagens ao universo morselliano, da cultural, à ideológica, à narratológica; complementar, porque procurou-se dar conta da inteira produção do autor, da narrativa, à ensaística, à teatral; não necessariamente convergente, porque a pluralidade das leituras pode proporcionar interpretações clivadas.Esse livro não tem a pretensão de ser sistemático, nem tampouco exaustivo. Quer, ao contrário, evidenciar alguns pontos-chave, artísticos e ideológicos, do prisma morselliano. Fragmentos, se quisermos pensar na praxe benjaminiana, com que se espera poder contribuir utilmente à reconstrução do seu mundo particular e, até pouco tempo atrás, submerso

Nova Imagem (8)  

Esta obra tem, de fato, a coragem “poética”: aquela de desarticular a continuidade inexorável dos acontecimentos ou dos fatos, para dar espaço e tempo àquele entretanto, àquela dimensão intersticial que estamos habituados a abrigar e a entender sob a definição de “pós-guerra.

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